terça-feira, 22 de abril de 2008

FISL - Fórum Internacional do Software Livre



Entre 17 e 17/04/2008, ocorreu mais uma (a nona, numericamente falando) edição do FISL.

A mistura normal de universitários, alguns hippies convertidos em programadores, executivos de terno e gravata, cinquentões tatuados e algumas figuras que não ousei fotografar, com medo da máquina fotografica não resistir ao impacto.

Mas, principalmente, a maior concentração de notebooks que eu já vi fora de uma loja de informática. Qualquer parede, ou espaço vazio, tinha alguem sentado com seu notebook.

Já vi algumas pessoas jogando, outros acessando a internet ou assistindo filmes, mas a maior parte das pessoas, eu nao tenho menor idéia do que estavam fazendo. A única informação que eu tenho é que a rede Wi-Fi estava sobrecarregada. Segundo o site, durante os 3 dias o trafego de dados foi de 250Gb.



Posted by ShoZu

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Aniversario Ricardo (28/03/2008)

Ricardo Assunção, vulgo Anjinho, resolveu comemorar seus quarenta e tantos anos de uma maneira bem discreta.

Alugou apenas um salãozinho (quase CTG) atrás do Serpro, colocou o som, telão (tudo bem, o equipamento é dele e do sócio) e chamou apenas uns 100 amigos mais próximos para comparecer ao evento. E a alguns poucos seres de coragem, convidou a uma versão mais hard de karaoke, ou seja, sem ensaio e sem letras.

Provas documentais:


















E com som:



O resto das fotos

quarta-feira, 26 de março de 2008

Ponta das Canas & Arvoredo

Depois de um inicio de ano sem muito a relatar, fora os carimbos na carteirinha Funai, resolvi fazer um uso do curso de mergulho que fiz no ano passado. E logo, senão aqui a pouco vem o inverno e aí ja ia esquecer metade do apreendido.

Como só tinha mergulhado em uma lagoa, fui meio sem saber onde estava me metendo. Quinta Feira de Pascoa sai o onibus, com 9 mergulhadores e pretensos mergulhadores (meu caso).

As fotos

O primeiro desafio foi acordar as 7 da matina, depois de ter chegado as 4h da manha em Ponta das Canas. Não que nos outros dias tenha melhorado...

Umas 15 malas baldeadas, e durante os 50 minutos de barco (18.3 km do cais ao ponto de mergulho, se meu GPS não me falha a memoria), começa a tarefa de montar o equipamento. 15kg de chumbo para o lastro, uma meia duzia de mangueiras e várias presilhas a ajustar, mas esta foi a parte fácil.

O problema foi achar uma roupa de neoprene "aproximadamente" do meu tamanho. Em uma XXL, eu consegui literalmente, me espremer. Não sobrou espaço nem para pensamento. Fora que para o meu caso, estando a temperatura da agua a 25ºC, era muiiito quente.

Segundo o capitão do barco, xará Julio por sinal, maior que a roupa que me conseguiram, só uma tamanho P. "P" de paquiderme no caso.

Primeiro mergulho, primeiro fiasco. Quase tive um treco com o calor da roupa. Estava muito leve, não conseguia afundar, tive de buscar mais lastro. Depois de 25 minutos e alguns mergulhos rasos tive de sair, quase que tive de ser rebocado.

No dia seguinte, fui de bermuda e camiseta e não tive problemas. Nem de sobreaquecimento, nem com temperatura da água. Melhor mergulho, por volta de 6 a 9 metros e 50 minutos, até um pouco longo de mais. Tive de voltar pela superficie, porque tinha acabado o ar...

Domingo, chuva, mar agitado, varias pessoas nas beiradas e aquele sentimento, "ué, não bebi nada ontem, porque meu estomago esta mal?". Cheguei entrar na agua, mas não mergulhei. No fim das contas, é o tempo que eu fico na superfície, com toda aquela tralha que me deixa nervoso. Depois que desceu, nao tem problemas. Mas uma hora tu tem de voltar...

Bom, aos trancos e barrancos, tomando alguns goles d´agua de vez em quando, aproveitei metade dos mergulhos, se tanto. Da proxima vez acho que vou poder apreciar melhor a paisagem...

Ps: Só para lembrar: esta estória de mergulhar cansa. Provas documentais nas fotos..

Ps2: Não sei não, estória de pescador e de mergulhador tem algo em comum...

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Homens e Mapas (e outros M..)

Se uma mulher quiser deixar um homem furioso da vida (quanto mais próxima emocionalmente a mulher, mais fácil), nada mais rápido que sugerir que ele precisa de um mapa para se orientar, quando ele acha que não.

Já é folclórico e cliche, mas funciona. Especialmente, nas situações do "eh perto", "eu me lembro" e quando alguém disse que era fácil de achar. Neste casos, o orgulho macho fala mais alto e contrariar é um crime lesa-majestade. Só a instalação de GPS, ativado antes do "estamos chegando" pode evitar este ciclo de orgulho e frustação.

Até existem os "porques" desta atitude, as vezes dita atávica, mas queria lembrar de um outro "M" igualmente doloroso para a comunidade masculina: Manual. Quantos homens que iniciam a instalação, montagem ou uso de qualquer coisa mais simples que uma naves espacial com mais que uma olhadela ritual (não preciso disto..) ao manual?

É claro que, eventualmente, mesmo no caso de itens menos complexos que naves espaciais, irá aparecer um detalhe obscuro e exotérico que o intrépido operador não conseguirá resolver. Rosnante, humiliado e perigoso, tem de se curvar a necessidade e procurar auxilio do desprezado e descartado "manuel".

E para juntar a injúria ao insulto, um manual mediano sempre consegue ser duas coisas: confuso e incompleto. Na complexa arte do criadores de manuais esta presente sempre a necessidade de equacionar os 3 itens essenciais.
  1. O que o usuário precisa e deve saber sobre o produto.
  2. Qual a quantidade limite de informação que fará o usuário desistir espontaneamente de ler o manual.
  3. Quanto mesmo o chefe disse que podiamos gastar (tempo e papel) com este manual.
Quaisquer que sejam as formulas cabalísticas, integrais, diferencais ou diet que sejam usadas balancear este fatores (e outros menores, como segurança do usuário, evitar processos, propaganda corporativa, dar trabalho a assistência técnica e reduzir a vida util do produto dentro das metas de obsolência programada), não nos é possivel adivinhar, mas os resultados são conhecidos.

Letras de dimensões quase sub-atomicas, impressão facilmente borrável, abreviaturas inéditas e um jarguão necromântico-pós-moderno-rococó incompreensível mesmos aos iniciados. Mas é claro que isto é apenas mais um obstáculo a ser superado, você não vai falhar pela segunda vez, vai?

Mesmo após atenta leitura, deduções lógicas e intuitivas e muitos experimentos, , com a Graça de Lorde Murphy, sempre pelo menos UMA informação essencial permanecerá oculta. Nesta situação, uma ou mais das situações abaixo costumam ocorrer:
  • Pedir ajuda a um amigo (homem).
  • Consultar São Google (o preferido dos conectados).
  • Jogar o manual, o produto e o vendedor pela janela (em geral nesta ordem).
  • Aceitar que existem coisas além de nossa vã filosofia e considerar o problema uma característica não documentada do produto.
  • Ir dormir e tentar de novo no dia seguinte.
  • Guardar o item em algum canto escuro para ser enfrentado em outra oportunidade
  • Desfiar todo o rosário habitual de pragas e xingamentos. E criar alguns novos também.
  • Amaldicioar os genitores, até a oitava geração, do fabricante.
Você conhece algum outro M... capaz de atentar como os dois anteriores contra a integridade masculina?

Ps: se não teve paciencia para descobrir o que é um crime lèse majesté, aqui vai um breve resumo. É falar, fazer ou deixar de fazer qualquer ato que atente contra a honra, a integridade e o bom nome de um monarca. Tentar matar, xingar ou destruir um retrato, por exemplo.

Os acusados (nem ainda condenados) já não tem nenhum direito. As punições são exemplares, os bem confiscados e filhos e netos declarados infames, não podem nem receber uma herança. De ninguém. Alguém se lembra da estória que demoliram a casa de Tiradentes e salgaram a terra, para que nada mais crescesse nela? Foi um crime lesa-majestade...

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Mas que calor, oohoohooh

Não, não estamos no carnaval ainda. Eh apenas mais uma daquelas noites de calor senegalês / jamaicano / amazônico de Porto Alegre. Não é brinquedo, quente, úmido e se descuidar com um minuano eventual para te deixar gripado.

E tem gente ainda cantando

"É como o sol de verão
Queimando no peito
Nasce um novo desejo em meu coração"

Ou

"Vem chegando o verão
Um calor no coração
Essa magia colorida
Coisas da vida "

Eu sei, Marina e Roupa Nova, além de estória arcaica são provas documentais de DNA (Data de Nascimento Avançada). Mas tem gente que tem aaaadooora o verão. Eu ainda estou tentando entender porque.

Uma teoria que me falaram é que o calor é democrático. Besteira. Tira todos os ar-condicionados dos carros e escritórios que aí vai ficar mais democrático. Mas ainda assim vai ter o pessoal tirando férias em Bariloche ou em algum lugar no Andes para escapar do calor.

Outros dizem que as pessoas ficam mais ativas, mais sociaveis. Como? É só sair na rua para começar gotejar e correr para o abrigo mais próximo. E eu não me sinto nada sociavel molhado e tendo de usar um litro de desodorante por dia. E alias, se sol e calor fossem bons, porque se fala que quem está bem tranquilo esta na "sombra e água fresca"?

Muito calor para continuar...

Ps: Pensamentos randomicos de uma mente paralisada pelo calor.

Ps2: Eu ainda quero me mudar para a Patagônia. Ou algum lugar onde a temperatura não passe de 22ºC o ano todo. Alguém sabe se existe algum plano armado para invadir a Argentina? E estou pronto a colaborar...

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Um Evento de Mestre.

Por alguma inspiração divina, auto-penitência ou falta de algo melhor para fazer, nosso amigo Marcio Pinho (mestre, guru, grande shaman) resolveu convocar alguns amigos, colaboradores, arrozes de festa e outras figuras suspeitas de plantão para um almoço de fim de ano.

Lá pelas 14h ainda tinha pessoal chegando, comida sendo preparada e muita estórias de pescadores, mergulhadores, de provadores de vinho e cozinheiros. Ou seja terreno livre para muiiita "narração criativa".

Obviamente, os que iam chegando eram convocados a ajudar de alguma forma, seja quebrando castanhas em uma morsa ou ajudando a limpar as 212 variedades de saladas presentes, mas valeu a pena.




Mas resumindo a estória, 7 garrafas de vinho e 5 horas depois o dono da casa ainda estava precisando colocar alguns convidados porta a fora...

http://fotos.camarotto.net/AlmocoDeMestre

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

As herdeiras (das dívidas, no momento)



Filha e sobrinha, estas duas que não negam a herança italiana: seja nas discretas bochechas, seja na "Santa Inveja".

http://fotos.camarotto.net/AsPequenas



As duas rainhas da própria casa, na hora de dividir alguma coisa....