segunda-feira, 10 de novembro de 2008
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Esta veio pela internet, mas é boa.
Finalmente, uma explicação sobre "O que é looping?" que não apenas o pessoal de informática vai entender.
Você nunca viu aquele caso em que o computador trava, mas parece que continua ocupado?
Para quem não conhece o conceito, aqui fica claro o que significa quando se diz que um programa entrou em looping:
O diretor disse à secretária:
- Vamos viajar para o exterior por uma semana, para um Seminário, faça os preparativos da viagem!
A secretária faz uma chamada para o marido:
- Vou viajar para o exterior com o diretor por uma semana. Se cuida, querido.
O marido liga para a amante:
- Minha mulher vai viajar para o exterior por uma semana, então nós vamos passar a semana juntos, meu docinho!
A amante liga para um menino a quem dá aulas particulares:
- Tenho muito trabalho, na próxima semana não precisa vir às aulas.
O menino liga para o seu avô:
- Vô, na próxima semana não tenho aulas, a minha professora estará ocupada. Vamos passar a semana juntos.
O avô (que é o diretor desta história) liga para a secretária:
- Vou passar a próxima semana com o meu neto, não poderemos participar daquele Seminário. Cancele a viagem.
A secretária liga para o marido:
- A próxima semana o meu diretor tem muito trabalho, cancelamos a viagem..
O marido liga para a amante:
- Não poderemos passar a próxima semana juntos, a viagem da minha mulher foi cancelada.
A amante liga para o menino das aulas particulares:
- Esta semana vamos ter aulas como normalmente.
O menino liga para o avô:
- Vô, a minha professora disse que esta semana tenho aulas. Desculpe-me, não vai dar para fazer-lhe companhia.
O avô liga para a sua secretária:
- Não se preocupe, na próxima semana vamos participar daquele Seminário. Continue com os preparativos!!!
Ps: Não se esqueça: copiar de uma pessoa é plágio. De muitas é pesquisa.
Você nunca viu aquele caso em que o computador trava, mas parece que continua ocupado?
Para quem não conhece o conceito, aqui fica claro o que significa quando se diz que um programa entrou em looping:
O diretor disse à secretária:
- Vamos viajar para o exterior por uma semana, para um Seminário, faça os preparativos da viagem!
A secretária faz uma chamada para o marido:
- Vou viajar para o exterior com o diretor por uma semana. Se cuida, querido.
O marido liga para a amante:
- Minha mulher vai viajar para o exterior por uma semana, então nós vamos passar a semana juntos, meu docinho!
A amante liga para um menino a quem dá aulas particulares:
- Tenho muito trabalho, na próxima semana não precisa vir às aulas.
O menino liga para o seu avô:
- Vô, na próxima semana não tenho aulas, a minha professora estará ocupada. Vamos passar a semana juntos.
O avô (que é o diretor desta história) liga para a secretária:
- Vou passar a próxima semana com o meu neto, não poderemos participar daquele Seminário. Cancele a viagem.
A secretária liga para o marido:
- A próxima semana o meu diretor tem muito trabalho, cancelamos a viagem..
O marido liga para a amante:
- Não poderemos passar a próxima semana juntos, a viagem da minha mulher foi cancelada.
A amante liga para o menino das aulas particulares:
- Esta semana vamos ter aulas como normalmente.
O menino liga para o avô:
- Vô, a minha professora disse que esta semana tenho aulas. Desculpe-me, não vai dar para fazer-lhe companhia.
O avô liga para a sua secretária:
- Não se preocupe, na próxima semana vamos participar daquele Seminário. Continue com os preparativos!!!
Ps: Não se esqueça: copiar de uma pessoa é plágio. De muitas é pesquisa.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
E, se tratando de corujice..
Não dá para esquecer da herdeira (das dívidas, por enquanto), especialmente no dia do aniverário.
Mais algumas fotos
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Palavrões Arcaicos
Defenestrar sempre é usada como a palavra clássica para demonstrar quão clássicas, arcaicas e des-usadas algumas palavras podem ser. Para que uma palavra específica para a ação de atirar pela janela? Será que era necessária em latim pela sua frequência?
Mas tem outras, que além da pátina (mais uma) histórica, tem mais uma estória por trás.
Outro dia eu vi o nome de uma lan-house chamada "Coruja de Minerva". Vai se lembrar que Minerva era a deusa romana, que na verdade era grega (o nome era Atena ou Pallas Athena antes de os romanos roubarem), que era sempre representada com uma coruja do lado. Vai lembrar de tudo isto! São Google e Santa Wikipedia nos ajude.
Mas tem uma palavra que nem a Wikipedia resolve: Damocleana. Tão rara que o Google achou só 74 referências (agora 75). Por um acaso, em algum lugar da minha reclusa e pouco falante adolescencia, eu li um conto grego chamado "A Espada de Dâmocles". Dele vem a expressão de estar com a espada dependurada em cima da cabeça.
Mas daí a interpretar a frase: "nesta situação damocleana em que vivemos..". Quem consegue traduzir isto? Eu andei perguntando por aí e só duas pessoas conseguiram responder na lata. Ou devo dizer in promput?
Nestas estória, já estou me sentindo meio arcaico. É claro que deve haver uma vários neologismos (palavras recem criadas) que eu não conheço. E agora vem esta tal reforma do Português, retirando vários dos arduamente decorados acentos na infância. Alias infancia, pela nova regra.
Alguem ja pensou como vai ser sem os acentos? Eu, já que vão querer me confundir, vou tomar uma atitude iconoclasta nestes tempos de simplificação a todo preço: ser tradicional e responder com alguns clássicos palavrões destronca-língua.
Mas tem outras, que além da pátina (mais uma) histórica, tem mais uma estória por trás.
Outro dia eu vi o nome de uma lan-house chamada "Coruja de Minerva". Vai se lembrar que Minerva era a deusa romana, que na verdade era grega (o nome era Atena ou Pallas Athena antes de os romanos roubarem), que era sempre representada com uma coruja do lado. Vai lembrar de tudo isto! São Google e Santa Wikipedia nos ajude.
Mas tem uma palavra que nem a Wikipedia resolve: Damocleana. Tão rara que o Google achou só 74 referências (agora 75). Por um acaso, em algum lugar da minha reclusa e pouco falante adolescencia, eu li um conto grego chamado "A Espada de Dâmocles". Dele vem a expressão de estar com a espada dependurada em cima da cabeça.
Mas daí a interpretar a frase: "nesta situação damocleana em que vivemos..". Quem consegue traduzir isto? Eu andei perguntando por aí e só duas pessoas conseguiram responder na lata. Ou devo dizer in promput?
Nestas estória, já estou me sentindo meio arcaico. É claro que deve haver uma vários neologismos (palavras recem criadas) que eu não conheço. E agora vem esta tal reforma do Português, retirando vários dos arduamente decorados acentos na infância. Alias infancia, pela nova regra.
Alguem ja pensou como vai ser sem os acentos? Eu, já que vão querer me confundir, vou tomar uma atitude iconoclasta nestes tempos de simplificação a todo preço: ser tradicional e responder com alguns clássicos palavrões destronca-língua.
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Filosofadas: A teoria e a prática
Você já pensou com um sistema (ou programa/jogo/site) é construído? Como, não mais que de repente, um site novo do seu banco, do seu time ou do seu provedor aparecem, misteriosamente?
Algumas pessoas nem se preocupam, apareceu com mágica e funciona, na maior parte das vezes. Informágica, na verdade. Mas será que não poderia tem um "botãozinho" a mais, especialmente um que adivinhe o que o usuário está pensando?
Por trás da "coxias" virtuais tem uma troupe de pessoas responsáveis por este palco. Estes seres estranhos (programadores, analistas e outros titulos incompreensíveis como CIO e geek), são, por esterótipo, todos de sexo indefinido tendendo ao masculino, óculos fundo de garrafa, e com espinhas. Também não conseguem formular uma única frase que seja inteligível por pessoas normais e parecem capaz de decodificar o barulho de um modem discando "de ouvido" para saber se tem algo de errado.
Muito menos entender a necessidade urgente do "botãozinho" mágico, que escreva todo um texto de uma página, completo com citações a um click de mouse, volte atrás no tempo ou se lembre onde está o documento que você pensou ter feito semana passada, mas não tem muita certeza.
Mesmo que este seres esterotipados e que "pensam" direto em computês existissem (tá bom, tem algumas figuras que chegam perto), e eu um número quase infinito, ainda assim seriam inutéis. Se deixados por conta própria, vão criar programas apenas para si mesmos, em geral inventando novas, criativas e complicadas maneiras de fazer o que já existe hoje.
Portanto, enquanto as ciências para-psicológicas da telepatia e da clariaudiência não forem desenvolvidas e uso comum, alguém tem informar, e de maneira precisa, o que tem de ser feito.
E bota precisão nisto. Cada decisão sobre, por exemplo, quem pode ver seus emails, o que é spam, quem pode ver ser saldo no banco, como eu troco a senha, tem que ser reduzido a uma simples escolha: sim ou não, sem talvez ou depende. Não por causa da povo programador, mas porque um computador pensa assim, é o tal de binário. Com o tempo, de tanto conviver com computadores, alguns só conseguem pensar assim, sim e não, sem jogo de cintura, mas aí é outra estória.
E aqui chego ao ponto que eu queria a, parafraseando um conhecido livro, a arte precisa e a ciência sutil de coletar os dados de COMO, SES, QUANDO, QUEM e PORQUES que um programa precisar para funcionar. Só que na maioria das vezes, parecem pessoas que falam linguas diferentes (na verdade, falam sim).
Segundo as "cabeças pensantes" universitárias e outros burocratas em geral, existem vários métodos testados e aprovados de recolher e documentar informação antes de começar a desenvolver um sistema. Cada nova estação um deles está na moda, e todos eles tem uma sopa de letrinhas, diagramas e pilhas de papel capaz de enterrar o mais determinado dos mortais. E, é lógico, se a ditadura da moda determinar, durante o processo, que um novo método mais eficiente deve ser usado, a maior parte dos papéis tem de ser refeita. Vassoura nova sempre varre melhor, nem que tenha de varrer o mesmo local duas vezes...
Não vou entrar em detalhes sobre como estes métodos funcionam, como tentam acomodar a natureza humana e as chances de falha, mas a idéia geral (e exaustivamente chata) é bater cada pequena informação ou decisão até que possa ser reduzida, em termos informáticos, a algo absoluto: sim ou não (posso emprestar dinheiro a este individuo?) , nunca ou sempre, todos/um/nenhum (pessoas que podem vem meus documentos).
Metodo concluído, uma calhamaço de papel produzido que pouca gente entende. De preferência com a assinatura do usuário embaixo, garantindo que os programadores entenderam o que ele quer e que ele entendeu o que os programadores entenderam que ele quer. (sonha!)
Novamente um novo pré-suposto, o processo de, hum, tradução do calhamaço de papéis em algo que o computador entenda (sujeito a mais alguns modismos e dogmas info-religiosos) aconteceu de maneira tranquila e perfeita. Os recursos, tempo, dinheiro, mão de obra e equipamentos, ideais. Nenhuma Medida Provisória, nem Planos com nome de presidentes ou ministros e nem aviões caindo no meio de cidades. Uma caso quase utópico, digno tanto de um trabalho de pós-graduação quanto registro no Guinness Book.
Aí que a teoria e a prática colidem, de maneira catastrófica. Todo os esforços de reduzir a realidade a algo numérico, absoluto de repente se revelam incompletos, e portanto, inúteis. Surgem as excessões, os casos onde as regras "universais", como, por exemplo, "todo o cliente tem cpf e nome da mãe no cadastro", começam a ser tornar algo "um pouco menos que universais".
E começa a luta inglória de tentar salvar o barco afundando, nem que tenha de se usar algumas palavras abomináveis (para os iniciados e do lado claro da força) como "bacalhaus", "gambiarras" e "flags". Tarefa tão complicada e arriscada quanto tentar trocar um pneu de um carro sem parar o veículo.
Filosofando um pouco sobre esta repetida situação, vejo que a mania dos computadores de tentar resumir tudo a 0 e 1 é o maior culpado da situação. E para simplificar a vida do povo binário:
Axiomas para o desenvolvimento de Sistemas
- Onde estiver escrito o numeral 1 (um), leiam-se vários.
- Onde estiver escrito nunca, leia-se algumas vezes
- Onde estiver escrito sempre,leia-se na maior parte das vezes
Corolário: mesmo que o usuario garanta, com absoluta certeza, que algo não vai, não pode, não deve acontecer, quando o sistema esta pronto, ou quase pronto, sempre aparece a excessão importantíssima (sem a qual o sistema NUNCA poderá funcionar) onde PRECISA acontecer, e que ninguem lembrou antes.
Ps: Não se preocupe se você achou o texto paradoxal. Ele, assim como toda a situação, É paradoxal.
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Reflexoes sobre o verão
Verão terminado (graças a Deus), entrando os primeiros frios e as primeiras gripes, chega a hora de fazer um balanço da estação. Tá certo, normalmente só se ouve falar em 'limpeza da primavera', mas pelo que eu sei isto é uma tradição mais do pessoal do hemisfério norte, portanto vou seguir o meu ritmo.
Primeira e última coisa sobre o verão: eu sou o cara mais amigo do sol que existe: nunca discuto com ele. Ele entra por um lado, eu saio pelo outro, para não discutir. Até porque ele vai ganhar.
Consegui passar o verão inteiro sem botar um pé na areia. Só na Páscoa fui chegar perto da praia, e foi para entrar no barco e ir mergulhar. Tanto que nem precisei de protetor solar.
Alias, meu lugar preferido em uma praia é na mesa do bar, debaixo de um guarda-sol tamanho familia, óculos escuros e uma caipirinha a mão...
Primeira e última coisa sobre o verão: eu sou o cara mais amigo do sol que existe: nunca discuto com ele. Ele entra por um lado, eu saio pelo outro, para não discutir. Até porque ele vai ganhar.
Consegui passar o verão inteiro sem botar um pé na areia. Só na Páscoa fui chegar perto da praia, e foi para entrar no barco e ir mergulhar. Tanto que nem precisei de protetor solar.
Alias, meu lugar preferido em uma praia é na mesa do bar, debaixo de um guarda-sol tamanho familia, óculos escuros e uma caipirinha a mão...
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Piadas de computeiro (profissionalmente falando)
Toda profissão tem o seu "humor profissional", teoriacamente só para os iniciados. Um tempo atrás eu vi um artigo muito bom:
P.O.G. = Programação Orientada a Gambiarras em site chamado Desciclopédia, uma paródia da Wikipedia. Este era uma artigo que eu queria ter escrito...
“Se você tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades, teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando. Falei muitas vezes como um palhaço, mas nunca desacreditei da seriedade da platéia que sorria.” Charles Chaplin.
P.O.G. = Programação Orientada a Gambiarras em site chamado Desciclopédia, uma paródia da Wikipedia. Este era uma artigo que eu queria ter escrito...
“Se você tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades, teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando. Falei muitas vezes como um palhaço, mas nunca desacreditei da seriedade da platéia que sorria.” Charles Chaplin.
No mesmo espírito e com o patrocínio implícito da ilustre figura acima, resolvi colocar minha colher de contribuição na massa de conhecimentos da internet e criei algumas paginazinhas:
Qualidade de Software (ou a falta dela).
Suporte Técnico Mediúnico.
Usuários
E, um pouco fora de assunto, mas lembrando que meus clientes são na maioria advogados:
Ego
E que venham as pedras.
Suporte Técnico Mediúnico.
Usuários
E, um pouco fora de assunto, mas lembrando que meus clientes são na maioria advogados:
Ego
E que venham as pedras.
terça-feira, 22 de abril de 2008
FISL - Fórum Internacional do Software Livre
Entre 17 e 17/04/2008, ocorreu mais uma (a nona, numericamente falando) edição do FISL.
A mistura normal de universitários, alguns hippies convertidos em programadores, executivos de terno e gravata, cinquentões tatuados e algumas figuras que não ousei fotografar, com medo da máquina fotografica não resistir ao impacto.
Mas, principalmente, a maior concentração de notebooks que eu já vi fora de uma loja de informática. Qualquer parede, ou espaço vazio, tinha alguem sentado com seu notebook.
Já vi algumas pessoas jogando, outros acessando a internet ou assistindo filmes, mas a maior parte das pessoas, eu nao tenho menor idéia do que estavam fazendo. A única informação que eu tenho é que a rede Wi-Fi estava sobrecarregada. Segundo o site, durante os 3 dias o trafego de dados foi de 250Gb.
A mistura normal de universitários, alguns hippies convertidos em programadores, executivos de terno e gravata, cinquentões tatuados e algumas figuras que não ousei fotografar, com medo da máquina fotografica não resistir ao impacto.
Mas, principalmente, a maior concentração de notebooks que eu já vi fora de uma loja de informática. Qualquer parede, ou espaço vazio, tinha alguem sentado com seu notebook.
Já vi algumas pessoas jogando, outros acessando a internet ou assistindo filmes, mas a maior parte das pessoas, eu nao tenho menor idéia do que estavam fazendo. A única informação que eu tenho é que a rede Wi-Fi estava sobrecarregada. Segundo o site, durante os 3 dias o trafego de dados foi de 250Gb.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Aniversario Ricardo (28/03/2008)
Ricardo Assunção, vulgo Anjinho, resolveu comemorar seus quarenta e tantos anos de uma maneira bem discreta.
Alugou apenas um salãozinho (quase CTG) atrás do Serpro, colocou o som, telão (tudo bem, o equipamento é dele e do sócio) e chamou apenas uns 100 amigos mais próximos para comparecer ao evento. E a alguns poucos seres de coragem, convidou a uma versão mais hard de karaoke, ou seja, sem ensaio e sem letras.
Provas documentais:

E com som:
O resto das fotos
Alugou apenas um salãozinho (quase CTG) atrás do Serpro, colocou o som, telão (tudo bem, o equipamento é dele e do sócio) e chamou apenas uns 100 amigos mais próximos para comparecer ao evento. E a alguns poucos seres de coragem, convidou a uma versão mais hard de karaoke, ou seja, sem ensaio e sem letras.
Provas documentais:
E com som:
O resto das fotos
quarta-feira, 26 de março de 2008
Ponta das Canas & Arvoredo
Depois de um inicio de ano sem muito a relatar, fora os carimbos na carteirinha Funai, resolvi fazer um uso do curso de mergulho que fiz no ano passado. E logo, senão aqui a pouco vem o inverno e aí ja ia esquecer metade do apreendido.
Como só tinha mergulhado em uma lagoa, fui meio sem saber onde estava me metendo. Quinta Feira de Pascoa sai o onibus, com 9 mergulhadores e pretensos mergulhadores (meu caso).
As fotos
Como só tinha mergulhado em uma lagoa, fui meio sem saber onde estava me metendo. Quinta Feira de Pascoa sai o onibus, com 9 mergulhadores e pretensos mergulhadores (meu caso).
As fotos
O primeiro desafio foi acordar as 7 da matina, depois de ter chegado as 4h da manha em Ponta das Canas. Não que nos outros dias tenha melhorado...
Umas 15 malas baldeadas, e durante os 50 minutos de barco (18.3 km do cais ao ponto de mergulho, se meu GPS não me falha a memoria), começa a tarefa de montar o equipamento. 15kg de chumbo para o lastro, uma meia duzia de mangueiras e várias presilhas a ajustar, mas esta foi a parte fácil.
O problema foi achar uma roupa de neoprene "aproximadamente" do meu tamanho. Em uma XXL, eu consegui literalmente, me espremer. Não sobrou espaço nem para pensamento. Fora que para o meu caso, estando a temperatura da agua a 25ºC, era muiiito quente.
Segundo o capitão do barco, xará Julio por sinal, maior que a roupa que me conseguiram, só uma tamanho P. "P" de paquiderme no caso.
Primeiro mergulho, primeiro fiasco. Quase tive um treco com o calor da roupa. Estava muito leve, não conseguia afundar, tive de buscar mais lastro. Depois de 25 minutos e alguns mergulhos rasos tive de sair, quase que tive de ser rebocado.
No dia seguinte, fui de bermuda e camiseta e não tive problemas. Nem de sobreaquecimento, nem com temperatura da água. Melhor mergulho, por volta de 6 a 9 metros e 50 minutos, até um pouco longo de mais. Tive de voltar pela superficie, porque tinha acabado o ar...
Domingo, chuva, mar agitado, varias pessoas nas beiradas e aquele sentimento, "ué, não bebi nada ontem, porque meu estomago esta mal?". Cheguei entrar na agua, mas não mergulhei. No fim das contas, é o tempo que eu fico na superfície, com toda aquela tralha que me deixa nervoso. Depois que desceu, nao tem problemas. Mas uma hora tu tem de voltar...
Bom, aos trancos e barrancos, tomando alguns goles d´agua de vez em quando, aproveitei metade dos mergulhos, se tanto. Da proxima vez acho que vou poder apreciar melhor a paisagem...
Ps: Só para lembrar: esta estória de mergulhar cansa. Provas documentais nas fotos..
Ps2: Não sei não, estória de pescador e de mergulhador tem algo em comum...
Umas 15 malas baldeadas, e durante os 50 minutos de barco (18.3 km do cais ao ponto de mergulho, se meu GPS não me falha a memoria), começa a tarefa de montar o equipamento. 15kg de chumbo para o lastro, uma meia duzia de mangueiras e várias presilhas a ajustar, mas esta foi a parte fácil.
O problema foi achar uma roupa de neoprene "aproximadamente" do meu tamanho. Em uma XXL, eu consegui literalmente, me espremer. Não sobrou espaço nem para pensamento. Fora que para o meu caso, estando a temperatura da agua a 25ºC, era muiiito quente.
Segundo o capitão do barco, xará Julio por sinal, maior que a roupa que me conseguiram, só uma tamanho P. "P" de paquiderme no caso.
Primeiro mergulho, primeiro fiasco. Quase tive um treco com o calor da roupa. Estava muito leve, não conseguia afundar, tive de buscar mais lastro. Depois de 25 minutos e alguns mergulhos rasos tive de sair, quase que tive de ser rebocado.
No dia seguinte, fui de bermuda e camiseta e não tive problemas. Nem de sobreaquecimento, nem com temperatura da água. Melhor mergulho, por volta de 6 a 9 metros e 50 minutos, até um pouco longo de mais. Tive de voltar pela superficie, porque tinha acabado o ar...
Domingo, chuva, mar agitado, varias pessoas nas beiradas e aquele sentimento, "ué, não bebi nada ontem, porque meu estomago esta mal?". Cheguei entrar na agua, mas não mergulhei. No fim das contas, é o tempo que eu fico na superfície, com toda aquela tralha que me deixa nervoso. Depois que desceu, nao tem problemas. Mas uma hora tu tem de voltar...
Bom, aos trancos e barrancos, tomando alguns goles d´agua de vez em quando, aproveitei metade dos mergulhos, se tanto. Da proxima vez acho que vou poder apreciar melhor a paisagem...
Ps: Só para lembrar: esta estória de mergulhar cansa. Provas documentais nas fotos..
Ps2: Não sei não, estória de pescador e de mergulhador tem algo em comum...
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Homens e Mapas (e outros M..)
Se uma mulher quiser deixar um homem furioso da vida (quanto mais próxima emocionalmente a mulher, mais fácil), nada mais rápido que sugerir que ele precisa de um mapa para se orientar, quando ele acha que não.
Já é folclórico e cliche, mas funciona. Especialmente, nas situações do "eh perto", "eu me lembro" e quando alguém disse que era fácil de achar. Neste casos, o orgulho macho fala mais alto e contrariar é um crime lesa-majestade. Só a instalação de GPS, ativado antes do "estamos chegando" pode evitar este ciclo de orgulho e frustação.
Já é folclórico e cliche, mas funciona. Especialmente, nas situações do "eh perto", "eu me lembro" e quando alguém disse que era fácil de achar. Neste casos, o orgulho macho fala mais alto e contrariar é um crime lesa-majestade. Só a instalação de GPS, ativado antes do "estamos chegando" pode evitar este ciclo de orgulho e frustação.
Até existem os "porques" desta atitude, as vezes dita atávica, mas queria lembrar de um outro "M" igualmente doloroso para a comunidade masculina: Manual. Quantos homens que iniciam a instalação, montagem ou uso de qualquer coisa mais simples que uma naves espacial com mais que uma olhadela ritual (não preciso disto..) ao manual?
É claro que, eventualmente, mesmo no caso de itens menos complexos que naves espaciais, irá aparecer um detalhe obscuro e exotérico que o intrépido operador não conseguirá resolver. Rosnante, humiliado e perigoso, tem de se curvar a necessidade e procurar auxilio do desprezado e descartado "manuel".
E para juntar a injúria ao insulto, um manual mediano sempre consegue ser duas coisas: confuso e incompleto. Na complexa arte do criadores de manuais esta presente sempre a necessidade de equacionar os 3 itens essenciais.
Letras de dimensões quase sub-atomicas, impressão facilmente borrável, abreviaturas inéditas e um jarguão necromântico-pós-moderno-rococó incompreensível mesmos aos iniciados. Mas é claro que isto é apenas mais um obstáculo a ser superado, você não vai falhar pela segunda vez, vai?
Mesmo após atenta leitura, deduções lógicas e intuitivas e muitos experimentos, , com a Graça de Lorde Murphy, sempre pelo menos UMA informação essencial permanecerá oculta. Nesta situação, uma ou mais das situações abaixo costumam ocorrer:
É claro que, eventualmente, mesmo no caso de itens menos complexos que naves espaciais, irá aparecer um detalhe obscuro e exotérico que o intrépido operador não conseguirá resolver. Rosnante, humiliado e perigoso, tem de se curvar a necessidade e procurar auxilio do desprezado e descartado "manuel".
E para juntar a injúria ao insulto, um manual mediano sempre consegue ser duas coisas: confuso e incompleto. Na complexa arte do criadores de manuais esta presente sempre a necessidade de equacionar os 3 itens essenciais.
- O que o usuário precisa e deve saber sobre o produto.
- Qual a quantidade limite de informação que fará o usuário desistir espontaneamente de ler o manual.
- Quanto mesmo o chefe disse que podiamos gastar (tempo e papel) com este manual.
Letras de dimensões quase sub-atomicas, impressão facilmente borrável, abreviaturas inéditas e um jarguão necromântico-pós-moderno-rococó incompreensível mesmos aos iniciados. Mas é claro que isto é apenas mais um obstáculo a ser superado, você não vai falhar pela segunda vez, vai?
Mesmo após atenta leitura, deduções lógicas e intuitivas e muitos experimentos, , com a Graça de Lorde Murphy, sempre pelo menos UMA informação essencial permanecerá oculta. Nesta situação, uma ou mais das situações abaixo costumam ocorrer:
- Pedir ajuda a um amigo (homem).
- Consultar São Google (o preferido dos conectados).
- Jogar o manual, o produto e o vendedor pela janela (em geral nesta ordem).
- Aceitar que existem coisas além de nossa vã filosofia e considerar o problema uma característica não documentada do produto.
- Ir dormir e tentar de novo no dia seguinte.
- Guardar o item em algum canto escuro para ser enfrentado em outra oportunidade
- Desfiar todo o rosário habitual de pragas e xingamentos. E criar alguns novos também.
- Amaldicioar os genitores, até a oitava geração, do fabricante.
Ps: se não teve paciencia para descobrir o que é um crime lèse majesté, aqui vai um breve resumo. É falar, fazer ou deixar de fazer qualquer ato que atente contra a honra, a integridade e o bom nome de um monarca. Tentar matar, xingar ou destruir um retrato, por exemplo.
Os acusados (nem ainda condenados) já não tem nenhum direito. As punições são exemplares, os bem confiscados e filhos e netos declarados infames, não podem nem receber uma herança. De ninguém. Alguém se lembra da estória que demoliram a casa de Tiradentes e salgaram a terra, para que nada mais crescesse nela? Foi um crime lesa-majestade...
Os acusados (nem ainda condenados) já não tem nenhum direito. As punições são exemplares, os bem confiscados e filhos e netos declarados infames, não podem nem receber uma herança. De ninguém. Alguém se lembra da estória que demoliram a casa de Tiradentes e salgaram a terra, para que nada mais crescesse nela? Foi um crime lesa-majestade...
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